• 21 de julho de 2017

Google cria games para ensinar crianças sobre segurança digital

A empresa reuniu uma equipe de organizadores especializados em segurança online para encabeçar o projeto “Be Internet Awesome”

O Google quer ajudar famílias a educar suas crianças para que elas se mantenham seguras na internet.

Com vários tipos de ciberataques acontecendo, desde os de phishing (que imitam uma página real para obter dados do usuário) até os de malwares que causam estragos a nível mundial, fica difícil orientar os mais jovens.

Por isso, o novo projeto “Be Internet Awesome” da gigante de buscas quer ajudar as crianças a operarem em segurança online.

O programa inclui um jogo, um manual para escolas e uma série de vídeos para os pais verem com os filhos.

O Google reuniu uma equipe de organizadores especializados em segurança online para encabeçar o projeto.

O Family Online Safety Institute, o Internet Keep Safe Coalition e o ConnectSafely participaram da organização do programa.

Graças a essa ajuda especializada, a empresa diz que os planos de aula, as atividades e os manuais atendem às Normas Internacionais para a Tecnologia em Padrões de Educação para Estudantes.

O principal braço do projeto é o game “Interland”, que leva as crianças por quatro minijogos.

Tower of Treasure foi feito para ensinar a criar senhas fortes e seguras para evitar ataques hackers, já o Reality River apresenta 10 questões de múltipla escolha para os pequenos aprenderem a identificar em quem eles podem ou não confiar na internet.

O Kind Kingdom é voltado a ensinar as crianças a serem gentis nas redes sociais, enquanto o Mindful Mountain ressalta a importância de só enviar conteúdo e informações para pessoas confiáveis.

Os games têm um design bonito, repleto de formas geométricas e cores fortes.

As paisagens lembram um pouco os jogos Monument Valley e Journey.

A plataforma também parece ser mais divertida do que os demais portais de segurança digital. Apesar disso, a empresa tem feito esforços para divulgar o projeto entre pais e educadores.

Fonte: Exame

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